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Psicologia Social: entre a vulnerabilidade social e a psíquica

Tercio Inacio Jung


Resumo: Intencionamos construir no decorrer deste, uma análise dos impactos dos contextos de vulnerabilidade social na construção da subjetividade e o quanto é possível “descolar” a vulnerabilidade social/material da vulnerabilidade psíquica. Depreender como se dá a construção de um contexto de vulnerabilidade, poderá possibilitar entender as complexas facetas que este fenômeno implica na constituição dos sujeitos e sobretudo, se é determinante para uma vida inteira ou se a estrutura psíquica pode ser ressignificada.

Palavras-chave: Estrutura Psíquica. Vulnerabilidade. Assistência Social. Sofrimento subjetivo.


INTRODUÇÃO

Partindo do Estágio de Psicologia realizado no CRAS - Centro de Referência de Assistência Social, foi possível verificar continuamente, um esforço hercúleo e nobre, de toda equipe do CRAS, em buscar atender da melhor forma possível, as demandas sociais das pessoas, ou melhor, dos usuários que vinham em busca desse serviço. Entretanto, a questão psicológica que ecoava: qual a da relação entre a vulnerabilidade social e a psíquica desses usuários?


1. A vulnerabilidade social

O cenário nacional, segue marcado por elevados índices de vulnerabilidade social, que se refletem tanto em condições materiais precárias quanto em desafios psíquicos significativos. Segundo a Síntese de Indicadores Sociais 2024, elaborada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de pobreza no Brasil apresentou redução, passando de 31,6% em 2022 para 27,4% em 2023, atingindo o menor patamar desde 2012, o que representa cerca de 8,7 milhões de pessoas que saíram dessa condição (IBGE, 2024). Paralelamente, a extrema pobreza recuou de 5,9% para 4,4%, impactando aproximadamente 9,5 milhões de brasileiros (IBGE, 2024). Apesar dessa melhora, ainda persistem condições graves de vulnerabilidade, com cerca de 59 milhões de pessoas vivendo com renda per capita inferior a R$ 665 mensais e 9,5 milhões abaixo do limite de R$ 209 (IBGE, 2024).

Outrossim, a pobreza não é homogênea, atingindo de maneira desproporcional grupos historicamente marginalizados, como mulheres (28,4%), pessoas negras (pretos e pardos, entre 30% e 35%) e crianças e adolescentes até 14 anos (44,8%) (IBGE, 2024). As regiões Norte e Nordeste apresentam índices ainda mais alarmantes, com taxas superiores a 47% (IBGE, 2024). Além disso, o Censo Demográfico de 2022 revelou que cerca de 8,1% da população brasileira, equivalente a 16,4 milhões de pessoas, reside em favelas, locais caracterizados pelo acesso irregular a serviços básicos essenciais, tais como saneamento, saúde e educação (IBGE, 2022).

Esses dados refletem um quadro complexo de vulnerabilidade social e carência material que perpassa o campo de atuação do CRAS, inserido nas políticas públicas de proteção social. A Agenda 2030 das Nações Unidas, por meio dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente o ODS 1 (Erradicação da Pobreza), ODS 3 (Saúde e Bem-Estar) e ODS 10 (Redução das Desigualdades), orienta as estratégias para a promoção do desenvolvimento social integrado e sustentável, alinhando assim, o fazer do CRAS à perspectiva global de combate às vulnerabilidades.

Diante desse contexto - e de teorias psicológicas estudadas - emerge a indagação fundamental: é possível desvincular a vulnerabilidade social/material da vulnerabilidade psíquica? A literatura científica demonstra que as condições socioeconômicas adversas impactam diretamente a saúde mental e a construção subjetiva dos indivíduos (WHO, 2021; Silva et al., 2023). Contudo, estudos apontam para a existência de processos subjetivos resilientes, que possibilitam a reorganização psíquica e a ressignificação das experiências traumáticas, mesmo em contextos de extrema pobreza (Masten, 2018). Assim, torna-se essencial refletir sobre a dimensão subjetiva da vulnerabilidade e o papel do psicólogo no CRAS para promover intervenções que transcendam a vulnerabilidade material, integrando uma acolhida e escuta aprofundada e sensível, procurando viabilizar a conscientização dos sujeitos e quiçá, potencializar “ancoragens psíquicas” que nutram o viver saudável em condições e situações adversas.

Essa análise é fundamental para compreender a complexidade do sofrimento vivido pelas populações atendidas e para viabiliza práticas psicológicas que dialoguem com as demandas sociais/coletivas e subjetivas/pessoais, ampliando a perspectiva de transformação, a ressignificação psíquica e a emancipação dos indivíduos/usuários em situação de vulnerabilidade social.


METODOLOGIA

Este trabalho caracteriza-se como uma pesquisa de natureza qualitativa, com enfoque teórico-reflexivo. A metodologia adotada baseia-se em uma análise bibliográfica, ancorada em obras de referência no campo da Psicologia Social, da Psicanálise e das Políticas Públicas de Assistência Social.

A análise teórica parte de um levantamento sistemático de literatura acadêmica e institucional, envolvendo autores como Freud, Foucault, Spinoza e Dejours, bem como documentos oficiais como a Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais, a Política Nacional de Assistência Social (PNAS) e as resoluções do Conselho Federal de Psicologia. As contribuições desses referenciais permitiram problematizar a relação entre vulnerabilidade social e vulnerabilidade psíquica, especialmente, no contexto da atuação do psicólogo no CRAS.

A partir desse referencial, a reflexão foi conduzida de modo a integrar aspectos subjetivos da constituição do psiquismo com as condicionantes sociais e materiais, que atravessam a vida dos usuários do CRAS, da assistência social. Trata-se, portanto, de uma investigação de cunho teórico-reflexivo, que visa provocar um debate crítico sobre a prática profissional do psicólogo em contextos de vulnerabilidade social.


2. A vulnerabilidade psíquica

No começo do curso de Psicologia, fiquei desapontado com o foco excessivo no mental, com raros acenos para a nossa condição emocional . Como fui notando que a Psicologia toda, ou melhor, de praticamente todos os continentes, fora fundada por médicos neurologistas, optei por me recolher na minha insignificância de neófito dessa nova ciência, nova para mim e nova no mundo humano (tem apenas uns 150 anos).

Enfim, basta dizer que os médicos seguem mandando em tudo e a Psicologia segue rendida à Neurologia, no “mental”. Infelizmente o Freud, como médico que era, também não superou o paradigma mental, tanto que para a Psicanálise pré-consciente, consciente e inconsciente são condições mentais, apenas.

Para complicar, a minha perplexidade foi agravada ao notar que, insistentemente, os Psicólogos de formação - ou seja, os não médicos - estão confundindo Psicologia com Sociologia. Ao menos essa confusão o Freud evitou (e os demais médicos também).

Até parece que a Neurologia cedeu lugar à Sociologia na Psicologia, e esta, enquanto Ciência, segue sem se encontrar. Ou seria melhor dizer que as pessoas continuam sem entender a Psicologia como uma Ciência autônoma? 

Aliás, qual é o objeto de estudos/trabalhos da Psicologia enquanto Ciência? E qual é o objeto de estudos/trabalhos da Medicina? E da Sociologia enquanto Ciência? 

A questão não é isolar a Psicologia, muito menos ainda, defender que o psiquismo se forma e se desenvolve longe do convívio social. Entretanto, o psiquismo é sempre subjetivo, ou seja, eu tenho a minha organização psíquica e você tem a tua, assim como também, cada um reagiu/reage de uma maneira, perante um contexto social específico, contexto que por sua vez, também o influencia. 

Então, a organização psíquica de cada pessoa é única, inclusive, a de gêmeos univitelinos, gerados pelos mesmos pais, criados na mesma família e influenciados pelo mesmo meio social-cultural. 

Parece que o objeto de estudos e de trabalho da Psicologia deveria ser esta organização - ou desorganização - subjetiva, que sempre é única. Este psiquismo que uma vez “conhecido” pelo seu proprietário/organizador, trará um imenso retorno pessoal e poderá resultar em significativas contribuições no seu entorno social, mas insisto, um nobre retorno social é consequência de um psiquismo estruturado/organizado. Raramente o contrário dá certo.

A Psicologia não pode se ocupar com todos os problemas sociais/externos que afligem uma pessoa, mas, precisa se ocupar com todos os sintomas psíquicos/internos que afligem aquela pessoa.

Por exemplo: uma mulher grávida, já com três filhos pequenos, morando sozinha, numa casinha precária, dependente do “bolsa família” e de outras ajudas sociais, ainda pode ser uma fortaleza psíquica para os seus 4 filhos. Criá-los com tanto carinho e dedicação emocional que os filhos se sentirão mais seguros/desejados por essa mãe humilde e sozinha, do que aquele filho único de mãe empresária e pai fazendeiro, mas que pagam uma cuidadora para dar conta do filho único, este que não se sente “desejado” por nenhum dos três, o que pode resultar em desorganização psíquica para uma vida toda.

Enfim, a questão psíquica não se restringe, direta e exclusivamente, à classe social a qual se pertence.

Ou ainda: vulnerabilidade material não implica, necessariamente, em vulnerabilidade psíquica. Afinal, nesse caso, o pessoal das classes abastadas jamais teriam problemas psicológicos.

Acho que aqui, convém repetir: sabemos, muito bem, que é na convivência com os outros que o psiquismo se desenvolve. Sim, somos seres sociais. Assim como também está claro que as condições materiais, sociais, culturais e/ou religiosas também podem influenciar, enormemente, a organização psíquica subjetiva.

Aliás, falando em religião - e lembrando da questão da neutralidade na Psicologia - no livro Psicologia e Alquimia, Carl Gustav Jung deixa claro que o inconsciente é pagão, ou seja, a religião não faz parte da estrutura inconsciente, portanto, é um construto do consciente. E a Psicanálise, assim como a Psicologia Analítica, buscam sempre - ou deveriam buscar - a causa dos sintomas no inconsciente, lá onde, então, não existe religião. Pior que já criaram a psicologia da religião.

E se o inconsciente também não tiver classe social, assim como não tem religião?

Continuando a questão da “neutralidade” na Psicologia… e considerando a teoria de Freud sobre a bissexualidade inata no humano, não parece absurdo cogitar que, para ele, o inconsciente também é outro em relação à “sexualidade”. Apesar dele focar, exageradamente, na sexualidade como causa da maioria dos problemas psíquicos das pessoas. Mas, ele também sempre focou na busca das causas dos sintomas no inconsciente, lá onde todos somos bissexuados.

Outra questão que implica em “neutralidade” na teoria freudiana é o “tempo”, ou melhor, para Psicanálise, o inconsciente é considerado atemporal, logo, não se submetendo à ordem linear do tempo consciente. Isso significa que os conteúdos inconscientes, como memórias, desejos e conflitos, não estão sujeitos à passagem do tempo - a cronologia - como na consciência. Em vez de uma sucessão de acontecimentos, o inconsciente comporta uma simultaneidade de memórias, onde o passado, presente e futuro não se distinguem, o que transparece nos sonhos.

Então, a Psicanálise busca sempre - ou deveria buscar - a causa dos sintomas no inconsciente de cada sujeito, lá onde não existe gênero definido, nem tempo cronológico. Será que por isso a Psicanálise é tão desafiante e difícil de ser “praticada”? Só sustentar uma escuta, já é um desafio gigantesco para egos histéricos, imaginemos então, como acessar o inconsciente, como “pescar” (que requer muito silêncio, também) o inconsciente. Aliás - aproveitando a analogia com a pesca - é possível o ego do analista pescar o inconsciente do analisando? Ou só é possível o inconsciente do analista pescar o inconsciente do analisando? Infelizmente, o mais comum, é apenas o ego do analista e o ego do analisando se notarem.

E se o inconsciente também não tiver classe social, assim como não tem gênero nem tempo cronológico?

Pois então, caros psicólogos sociais, chegou o momento - consciente e presente - de perguntar se o inconsciente tem classe social. Claro que, outra pergunta importante seria: a Instituição CRAS, permite ir além do “consciente” e dos sintomas?

Provocação feita, lembro do exemplo citado anteriormente, o da mulher grávida do quarto filho e em sérias situações de vulnerabilidade material, que, afinal, ainda pode ser uma mãe que sustenta o desejo dos filhos, apesar das desafiadoras circunstâncias externas. Assim como é bem comum ver que pais de classe social melhor, não sustentam nem o próprio desejo, muito menos conseguem sustentar o desejo do filho único, o que, curiosamente, é mais comum na classe média e alta.

Mas então, afinal, por que a Psicologia também está se rendendo ao assistencialismo social? Insistindo em buscar, excessivamente, fora dos sujeitos os motivos da vulnerabilidade psíquica.

Quem sabe, a questão que precisa ser esclarecida é distinguir mais e melhor a vulnerabilidade social/material da vulnerabilidade psíquica. Caso contrário a Psicologia se resignará em escutas parciais/assistenciais, pois perdeu seu objeto científico.


RESULTADOS E DISCUSSÃO

A partir da provocação teórica-reflexiva desenvolvida, observa-se que a atuação do psicólogo no Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) exige uma compreensão ampliada do sujeito, que considere simultaneamente os aspectos subjetivos e as condicionantes sociais que atravessam as vivências da vulnerabilidade. A vulnerabilidade social, enquanto expressão das desigualdades estruturais — como pobreza, racismo, exclusão de direitos e violências institucionais — pode ser dissociada da vulnerabilidade psíquica, que se manifesta por meio de sofrimentos silenciosos, inibições, angústias e adoecimentos psíquicos singulares.

A literatura analisada indica que há um risco de psicologização da pobreza, quando se atribui, exclusivamente, à dimensão coletiva a responsabilidade por condições historicamente produzidas. Também Freud (1920), ao discutir o mal-estar na civilização, aponta que a repressão social e as imposições culturais geram tensões psíquicas inevitáveis. Foucault (1979), por sua vez, contribui ao revelar como os saberes e práticas institucionais — como as da assistência social — produzem modos de subjetivação, disciplinamento e normalização dos corpos e condutas.

Spinoza (1677) propõe uma visão potente da afetividade, compreendendo que os corpos são atravessados por forças que aumentam ou diminuem sua potência de agir. Essa perspectiva é retomada por autores contemporâneos, como Deleuze e autores da Psicologia Social Crítica, ao analisarem como os afetos são mobilizados no encontro com a miséria, o sofrimento e a violência cotidiana. Christophe Dejours (1992), ao tratar da centralidade do trabalho na construção da saúde mental, alerta para os efeitos psíquicos da exclusão produtiva (realidade que atravessa os sujeitos atendidos pelo CRAS).

Diante desse cenário - e das reflexões teóricas entabuladas até o momento - a análise teórica reforça que a prática profissional no SUAS requer o enfrentamento de uma lógica meritocrática e patologizante, substituindo-a por um olhar que acolhe e escuta os sujeitos envoltos em sofrimento devido à vulnerabilidade social e material, entretanto, não “sentenciados” a isso e por isso, psiquicamente.

Ao problematizar a atuação do psicólogo no CRAS, à luz da vulnerabilidade psíquica, o presente escrito pretende contribuir para ampliar a compreensão do sofrimento não como mera patologia coletiva, mas também, como expressão subjetiva de processos significantes. Essa compreensão fortalece a atuação ética e comprometida com os princípios da organização psíquica subjetiva e da emancipação possível, dos sujeitos em situação de vulnerabilidade social.


CONSIDERAÇÕES FINAIS

A análise teórica realizada neste trabalho indica que a atuação do psicólogo no CRAS, diante da realidade da vulnerabilidade social, exige um compromisso ético-profissional com a dignidade humana e o enfrentamento das condições, também, psíquicas. A vulnerabilidade, longe de ser apenas uma característica social e coletiva, se constitui também, como vivência pessoal, atravessada por desigualdades estruturais que impactam profundamente os modos de existir dos sujeitos.

Ao reconhecer que o sofrimento psíquico nas populações atendidas pelo CRAS está intrinsecamente relacionado, também, às condições de vida precárias, à exclusão social e às violências institucionais, reafirma-se a importância de uma acolhida e escuta qualificada, que vá além da psicologia tradicional e diagnosticante. A prática do psicólogo deve acolher as expressões subjetivas do sofrimento sem desconsiderar os condicionantes sociais que o produzem, integrando saberes da Psicologia, da Assistência Social, da política, da ética e da filosofia.

A leitura de autores como Freud, Foucault, Spinoza e Dejours contribui para expandir o campo de compreensão do sofrimento humano, apontando para a necessidade de práticas profissionais que não, apenas, intervenham sobre os sintomas, mas que também, questionem e enfrentem as estruturas que perpetuam a miséria, a desigualdade e a exclusão.

Dessa forma, este estudo reforça a urgência de um debate crítico, comprometido com os princípios do SUAS e com a construção de políticas públicas que considerem mais a subjetividade, a singularidade e a potência dos sujeitos. O psicólogo no CRAS não deve ocupar, apenas, o lugar de técnico, mas, de agente de transformação pessoal-psìquica, que por sua vez, repercutirá positivamente no social.

Buscamos provocar assim, no decorrer deste escrito, um questionamento em torno dos impactos dos contextos de vulnerabilidade social na construção do psiquismo/da subjetividade. Depreender como se dá a construção de um contexto de vulnerabilidade, possibilitou rever algumas implicações na constituição psíquica dos sujeitos, mas que, não precisa ser determinante, muito menos, ser uma “sentença de vida” para o sujeito/usuário.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF: Senado Federal, 1988.

BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Orientações Técnicas: Centro de Referência de Assistência Social – CRAS. Brasília: MDS, 2014.

BRASIL. Ministério da Cidadania. Relatório de informações sociais – 2023. Disponível em: https://www.gov.br/cidadania. Acesso em: 10 jun. 2025.

DEJOURS, Christophe. A banalização da injustiça social. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2009.

FOUCAULT, Michel. Microfísica do poder. 15. ed. Rio de Janeiro: Graal, 2013.

FREUD, Sigmund. O mal-estar na civilização. Obras completas. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.

IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Síntese de Indicadores Sociais: uma análise das condições de vida da população brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2023.

SPINOZA, Baruch. Ética. Tradução de Tomás da Silva. São Paulo: Martins Fontes, 2009.

WANDERLEY, M. N. B. A construção da cidadania e a política social no Brasil. Revista Serviço Social & Sociedade, n. 87, p. 94-118, 2006.











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