INCONSCIENTE = CONDUTOR DA VIDA SUBJETIVA Faz dias que ando cogitando a hipótese do Inconsciente como condutor da existência subjetiva, mas num sentido construtivo, bem diferente daquele Inconsciente freudiano e também, divergente, em boa medida, daquele junguiano, em ambos, um inconsciente exclusivamente mental, mesmo que Jung tivesse ampliado o entendimento para um inconsciente coletivo, mais ainda, coletivo-mental. Mas então, e se o inconsciente fosse o condutor da tua existência num sentido construtivo? Querendo que cada um cresça e amadureça como sujeito? Bem divergente do inconsciente problemático e emblemático de Freud, também, por sua vez, condutor da vida, mas, em direção ao caos, sempre cobrando algo. Porém, e se não for cobrança e caos, mas, um desafio na esperança que eu amadureça um pouco mais, aos poucos? Essa concepção, inclusive tiraria a excessiva “responsabilidade” que Freud colocou nas costas das crianças, ou melhor, na nossa fase infantil do desenvolvimento. Assim ...
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